terça-feira, 6 de agosto de 2019

MISSIONÁRIOS RESSUSCITAM QUASE 500 MORTOS EM ANGOLA


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         Desde que Heidi Baker iniciou seu ministério em Moçambique, há 20 anos, um grande avivamento vem acontecendo na região. Heidi se mudou para Moçambique em 1995, para se dedicar integralmente. 


Mais de  450 mortos são ressuscitados através de
missionários, em Moçambique

                                                                                                                                Em 1997, os missionários Heidi e Rolland Baker participaram da “Bênção de Toronto”, no Canadá, com o objetivo de serem avivados pela oração. Heidi estava tão desesperada pelo toque de Deus que, no meio da mensagem de Randy Clark, correu até a frente da igreja, e diante de milhares de pessoas ela se ajoelhou no altar, levantou as mãos e começou a gritar desesperada. Randy Clark viu o que o Espírito Santo estava fazendo nela e disse: "Deus quer saber, você quer a nação de Moçambique?" Ela gritou em voz alta: "Sim!"
                                                                                                                                    Refletindo sobre essa experiência transformadora, ela escreveu: “O poder de Deus me atingiu como um raio. Eu vibrei e gritei por sete dias e sete noites, depois disso, senti a presença de Deus tão intensamente que fiquei incapacitada. Eu não conseguia andar, falar ou me mover. Muitas pessoas riram, mas não havia nada de engraçado nisso para mim. Foi um tempo poderoso e sagrado”,comentou.
                                                                                                                                    Heidi lembra que recebeu uma profecia sobre Moçambique, a nação devastada pela guerra: "O cego verá, o surdo ouvirá, o aleijado andará, o mudos falarão, os mortos ressuscitarão e as multidões virão a Jesus". Estas promessas pareciam improváveis, mas a missionária estava disposta a lutar por algo mais.

Um novo tempo



“Eu literalmente queria sair e procurar o máximo de cegos que eu pudesse. Vivendo em uma das nações mais pobres da terra, eles são bastante fáceis de encontrar. Eu devo ter orado por 20 cegos, e nenhum deles enxergou. Mas eu continuei orando. Me lembrei dessas palavras proféticas que o Espírito Santo derramou em meu coração. Havia uma presença tão poderosa do Espírito Santo que eu apenas disse: ‘Eu não vou desistir. Um dia eles vão ver’. Levou tempo, mas a Palavra começou a se tornar realidade. Os cegos começaram a ver, os surdos começaram a ouvir, os aleijados começaram a andar", conta.

                                                                                                                                A historiadora de religião Candy Gunther Brown reconhece que "as curas milagrosas, a multiplicação sobrenatural dos alimentos e as ressurreições dos mortos, alimentaram o crescimento da igreja em áreas predominantemente muçulmanas de um dos países mais pobres do mundo".
                                                                                                                                  Tim Stafford, um jornalista do site Christianity Today, relatou como a missionária convidou os deficientes auditivos para serem curados em determinada reunião de oração. “Quero que alguém surdo chegue à frente, quem não pode ouvir, Deus vai te curar esta noite”.Certa noite, Heidi Baker ministrava e todas as atenções se voltaram para Antonio, um menino de 12 que havia perdido completamente sua audição. Antonio não podia se explicar, porque ele não conseguia ouvir e nem falar. Heidi colocou suas mãos sobre Antonio e orou, dando ao garoto um microfone. "Ba-ba!", ela gritou. "Ba-ba", Antonio repetiu. "Jesus", disse a missionária "Jesus", repetiu o garoto, que estava completamente curado.

Grandes milagres  

Stafford lembra que em junho de 2011, em uma conferência regional em Mieze, um milagre notável aconteceu. "Heidi começou a orar pela pequena Albertina, uma bebê de 8 meses que tinha nascido sem pupilas e era totalmente cega. Heidi a segurou de frente para a mãe e disse para ela chamar seu nome. A pequena Albertina abriu os olhos. Ela tinha lindas pupilas castanhas em ambos os olhos e podia ver sua mãe pela primeira vez”.


“Províncias inteiras estão sendo transformadas pelo Evangelho, em Moçambique", disse a missionária. 



"Regiões antes conhecidas como muçulmanas são agora consideradas cristãs. Isso pelo poder de Deus”.



Randy Clark, que trabalhou em estreita colaboração com o ministério de Heidi, declarou: “Desde que ela foi tocada por Deus em Toronto, durante o avivamento, cerca de 1 milhão de pessoas foram levadas ao Senhor”, informou. 

                             
Moçambique têm experimentado um verdadeiro avivamento. Na nação, existem 10 mil igrejas que já reunem cerca de 450 testemunhos de pessoas que foram ressuscitadas dos mortos. Isso também está afetando o modo como eles ministram aos pobres, órfãos e viúvas.                                                                      
Com milhares de igrejas e multidões de convertidos, Heidi está reproduzindo um padrão visto na igreja primitiva e nas narrativas missionárias do século XIX, onde curas e outras ocorrências milagrosas acompanharam a pregação evangelística e foram prelúdios para o rápido crescimento da igreja.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Cotas para travestis, transexuais e transgêneros em algumas Universidades do Brasil

Segundo a Constituição Federal Brasileira (CFB), em seu artigo 5°, “todos são iguais perante à lei, sem distinção de qualquer natureza”. Apesar disso, várias universidades públicas no Brasil estão optando pela criação de cotas para travestis, transexuais e transgêneros, estabelecendo, assim, critérios desiguais para acesso ao ensino superior.
Até mesmo o surgimento de cotas raciais e para pessoas de baixa renda não é unanimidade entre os juristas, mas, apesar disso, possui maior aceitação, por se tratar de questões objetivas facilmente observadas e já reconhecidas por lei, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012.  
Entretanto, o que dizer sobre a identidade de gênero? “A Constituição prevê igualdade de acesso. O que estão fazendo é reengenharia social, e sem critério”, explica Antonio Jorge Pereira Júnior, doutor em direito pela Universidade de São Paulo e professor da Universidade de Fortaleza.
O jurista cita o artigo 211 da CFB para justificar que a criação de cotas para o público “trans” é inconstitucional, visto que a lei determina a “equalização de oportunidades educacionais”, ou seja, tratamento harmônico para todos, e não a criação de privilégios.
No caso de transexuais, travestis e transgêneros há outro agravante, que é a subjetividade de tais condições, visto que se fundamenta na ideologia de gênero. Assim, qualquer pessoa pode declarar arbitrariamente que é “trans”, sem haver qualquer necessidade de comprovação, já que a lei não obriga a realização de cirurgias para tal.
“Quantas pessoas não estariam dispostas a assumir uma simulação temporária para ingressar [na universidade]?”, questiona Glauco Barreira, professor de direito da Universidade Federal do Ceará, segundo informações da Gazeta do Povo.
Em um caso ocorrido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por exemplo, um pastor evangélico identificado como Tupirani da Hora Lopes, entrou na justiça contra a instituição, porque ela reservou para travestis ou transexuais duas das 25 vagas do Mestrado em Programa de Políticas Públicas em Direitos Humanos.
O juiz Antonio Henrique Correa da Silva deu ganho de causa ao pastor, reconhecendo o tratamento desigual dado pela UFRJ em seu edital de seleção.
“A desproporcionalidade que resulta desse aspecto evidencia possível comprometimento do caráter público da seleção, desbordando, com excesso, da finalidade de promover a equalização das oportunidades educacionais e esvaziando o critério universal do acesso aos níveis superiores do ensino segundo a capacidade de cada um”, justificou o juiz.
Já em segunda instância, o desembargador Marcelo Pereira da Silva também manteve a decisão anterior, reconhecendo a ilegalidade do sistema de cotas criado pela URFJ em seu edital.
Apesar da inconstitucionalidade, várias universidades brasileiras já adotaram cotas para “trans” no último ano, justificando a iniciativa como reparo aos “preconceitos” vivenciados por esse público. Entre elas estão a Universidade Federal do Grande ABC (UFABC), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS).

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Cidade da Espanha cria estátua “amigável do Diabo” que convida a fazer selfie

A prefeitura da cidade de Segóvia, na Espanha, resolveu mandar criar uma estátua que não agradou em nada a comunidade cristã local. Isso porque, a imagem faz alusão ao “demônio” convidando os turistas para tirarem uma selfie com ele, além de se autodeclarar o “deus” da região.
"Ele" é o cara do momento, mas por pouco tempo
O governo tentou justificar a decisão, alegando que a estátua é a comemoração de uma lenda local. A história conta que um antigo aqueduto foi construído pelo diabo em troca da alma de uma jovem da cidade.Mais de 12.000 cristãos fizeram uma petição pedindo que a prefeitura não instalasse a estátua. Segóvia é majoritariamente cristã e a rejeição da imagem foi ampla, informa o Segóvia Direto. Entretanto, a prefeita Clara Luquero decidiu ignorar a vontade da população para a qual governa, indicando uma possível provocação à comunidade cristã, especialmente após a declaração do artista plástico que foi contratado para fazer a obra.

José Antonio Abella ironizou: “Estamos no século XXI! É apenas uma caricatura sorridente e amigável do Diabo”, disse ele em resposta aos críticos da sua “obra satânica”.

Apesar de na parte debaixo da estátua haver uma mensagem onde está escrito em latim “Segodevs, Aqvaedvcti Artifex”, que traduzido seria “Deus de Segóvia, artífice do aqueduto”, a prefeitura insistiu no apelo turístico da obra, esperando que os visitantes queiram tirar “selfies com o diabo”.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Evangélica verdadeira clama ao nome de Jesus, o cristo, e repele assalto a ônibus no Rio


Um assalto aos passageiros de um ônibus no Rio de Janeiro foi impedido por uma idosa evangélica, que usou o nome de Jesus com autoridade e levou o ladrão a desistir de roubar as pessoas naquele dia.
A “cena carioca” foi narrada pelo jornalista Ancelmo Góis, do jornal O Globo, a partir do relato de uma testemunha que estava dentro do ônibus.
“Um rapaz de uns 20 anos anunciou um assalto dentro do 551 (Nova Iguaçu-Penha), domingo passado. Nisso, contou o publicitário Hanier Ferrer, uma senhorinha usando coque no cabelo e vestidão azul levantou e começou a falar com “autoridade” com o assaltante”, contextualizou o jornalista.
“Ela encostou a mão na testa do rapaz e, repreendendo ‘o demônio’, gritou: ‘Sai em nome de Jesus!’. E o assaltante começou a chorar. Ele abraçou a senhorinha e pediu para ela orar por ele. Depois, os dois desceram do ônibus, e a senhorinha disse que iria até a casa de arrependido. Há testemunhas”, acrescentou o jornalista Ancelmo Góis.

Jesus - Nome poderoso em qualquer lugar do mundo

Para muitos evangélicos, o clamor ao nome de Jesus é comum em situações de impotência, e essa ação também impediu que um assalto à mão armada fosse adiante durante um estudo bíblico dentro de uma igreja, em dezembro de 2017.
O caso foi registrado no condado de Somerset, estado de Maryland (EUA). O pastor Julius Zant, responsável pela Igreja Episcopal St. Andrews, revelou à emissora 47ABC que, ao notar que a situação poderia sair de controle durante o assalto, clamou o nome de Jesus e o ladrão recuou.

O criminoso entrou no templo onde os fiéis estudavam a Bíblia, exibiu a arma e pediu que todos entregassem suas carteiras e celulares: “Ele segurava um coldre preto e parecia que ia sacar a arma. Uma das senhoras pegou seu telefone e colocou sobre a mesa”, relembrou o pastor.
“Foi quando eu me levantei e o enfrentei. ‘Não temos nada aqui para te dar. Não vamos fazer isso’. Fui até ele e disse: ‘Saia daqui, em nome de Jesus’”, testemunhou o pastor. “Quando eu disse que estávamos ali para adorar a Deus, ele mudou. O comportamento dele mudou, como se ele se desse conta que talvez não fosse certo fazer aquilo”, acrescentou.
No entanto, antes que as coisas ficassem calmas, o ladrão teve um último impulso e tentou atacar o pastor, apontando a arma para seu pescoço, e repetindo que não queria atirar. O pastor, então, o acalmou, dizendo que aquilo não era necessário. Então, o homem baixou a arma, recuou e foi embora.
“Naquela situação eu precisava me colocar na brecha. As pessoas estavam sendo ameaçadas. Eu apenas dei uma resposta à situação”, contextualizou o pastor Julius Zant, que é um médico aposentado. “O poder de Deus é real. Sabe, o Senhor é o meu pastor. Ele prepara uma mesa para nós na presença de nossos inimigos. Isso é real. A proteção de Deus é real”, enfatizou.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Cientistas brasileiros fazem documentário que defende que a Terra é convexa e lançam livro.

Segundo os estudos revelados no documentário, a Terra seria plana no oceanos e convexa nos continentes.

    Se você procura a resposta sobre o formato da Terra, assista todo o vídeo no final desta postagem e certamente, se convencerá que a Terra não é um globo

Nem plana, nem redonda: convexa. É a resposta a que um grupo de cientistas brasileiros membros do Dakila Pesquisas chegou sobre o formato da Terra. O processo para tal conclusão poderá ser conferido no longa Terra convexa: O documentário, que foi exibido em 26 de março de 2018 no Parlamundi da LBV (Asa Sul), às 20h. em Brasília.
Segundo os resultados da pesquisa, a Terra seria convexa no continentes e plana nas águas. Os estudos também revelariam um continente, até então não descoberto, separado por um paredão de gelo, além de novos conhecimentos em relação ao sol, à lua e às constelações. 
A Dakila Pesquisas defende que a tese de que a Terra é redonda foi derrubada por sete experimentos: geodésico, que consiste em medir dois prédios com ampla distância, tendo como referência o nível do mar; experimento a laser para verificar a planicidade das águas; nivelamento das águas; distorções óticas; experimento com barcos na linha do horizonte; e experimentos da gravidade e dos corpos celestes.
Os pesquisadores envolvidos no projeto argumentam ter utilizado metodologia científica rigorosa e equipamentos de ponta ao longo dos sete anos de empreitada. O grupo é composto por astrônomos, cartógrafos, geólogos, topógrafos, engenheiros civis, entre outros profissionais. 

A ideia de investigar a forma da Terra partiu de supostas incongruências entre fenômenos naturais e os ensinamentos acadêmicos observadas pelos pesquisadores. O Dakila Pesquisas disponibilizará a metodologia detalhada e tecnologia empregadas. Também foi lançado o livro Terra convexa e um novo modelo de mapa múndi.
O evento foi sujeito à lotação e os interessados tiveram que reservar assento para assistir ao documentário enviando e-mail para ouvidorianucleodf@gmail.com.

Serviço

Foi exibido o longa-metragem Terra convexa: O documentário
Parlamundi da LBV, auditório Austregésilo de Athayde (SHAS 915 lote 75/76, Asa Sul).                                                               
Assista ao vídeo  




segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Única casa poupada no incêndio da Califórnia pertence a atriz que orou durante incêndio. "Deus parou o fogo’,

O estado da Califórnia (EUA) vem sofrendo com incêndios florestais que avançam sobre cidades, devorando casas e instalações em geral. O número de mortes confirmadas atualmente está em 78, porém as autoridades já registraram o desaparecimento de mais de mil pessoas, com dezenas de milhares desabrigados.
Em meio a tamanha tragédia, a atriz Brenda Epperson gravou um testemunho lembrando os cristãos do poder da oração em meio ao desastre. Em sua página no Facebook ela publicou um vídeo mostrando que o fogo chegou muito próximo da cerca de sua propriedade na área rural do estado, mas não avançou.
Em entrevista à emissora Christian Broadcasting Network (CBN News) , a atriz cristã explicou que os incêndios que assolaram seu bairro queimaram tudo ao seu redor, exceto sua casa. E que durante o ápice da crise, ela orou e recitou o Salmo 91.
“Eu simplesmente continuei orando Salmos 91 sobre nossa casa”, contou a atriz. Um jornal local noticiou que os cavalos da atriz e dos vizinhos se refugiram em sua propriedade. “Nós poderíamos apenas evacuar os cavalos que poderiam caber em nosso trailer, que eram três cavalos. E então todos os nossos vizinhos tinham cercas, então todos os seus cavalos, 25, 30, cavalos estavam naquele cercado. E então 35 cavalos lá e o fogo parou, Deus parou aquele fogo bem na nossa linha de propriedade”, acrescentou.
“Todo os cavalos estavam bem. Eles tinham água, e nem sequer tinham cinzas neles”, reiterou a atriz, que agora está trabalhando com sua família para ajudar os vizinhos, que em sua maioria, perderam tudo.
Apesar da devastação, Brenda Epperson acredita que Deus transforma toda tragédia em uma oportunidade de conhecê-lo. “O bem que vai sair disso é que eu acredito no reavivamento, que Deus vai nos acordar. Eu sei que minha vida mudou e eu só quero compartilhar o amor de Deus ainda mais com todo mundo”, disse.
" A oração do justo muito pode em seus efeitos "

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Cristão que vota em Haddad é favorável ao aborto, legalização das drogas e soltura de presos como Manuela D’ávila


Manuela D’Ávila (PCdoB), 36 anos, já tem uma longa trajetória política. Eleita pela primeira vez em 2004 para o cargo de vereadora em Porto Alegre (RS), a parlamentar que hoje é candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT), já foi deputada federal e atualmente exerce mandato na Assembleia Legislativa de seu estado.

Seus posicionamentos sobre pautas morais, como religião, aborto, união entre pessoas do mesmo sexo, drogas e punição para crimes são bastante contundentes, sempre alinhados com a visão ideológica de esquerda.
Em novembro de 2017, Manuela concedeu uma entrevista à Folha de S. Paulo e afirmou que tem “origem cristã”, embora não se identifique ou pertença a nenhuma denominação. “Acho que o povo evangélico, povo cristão – minha origem é cristã – é um povo que acredita no amor ao próximo”, comentou na ocasião, no contexto de sua oposição às pautas conservadoras adotadas pela bancada evangélica.
Sobre aborto, Manuela D’Ávila afirmou, em 2014, ao extinto programa Agora é Tarde, da Band, que por “uma questão de respeito às mulheres” é favorável à legalização. “Todo mundo fala: ‘é um debate sobre a vida’. E eu quero debater a vida das mulheres que morrem se submetendo a processos clandestinos. E as mulheres pobres, porque as mulheres ricas vão em clínicas maravilhosas como se fossem legalizadas e não morrem. Então esse também é um problema de classe social. As ricas não morrem fazendo aborto”, afirmou.
O chamado casamento gay é outra pauta progressista abraçada pela candidata a vice há anos. Em 2015, ela usou as redes sociais para parabenizar os Estados Unidos pela aprovação da união de pessoas do mesmo sexo: “ O mapa abaixo, com os poucos países que aceitam o casamento entre homossexuais, deixa claro o quanto ainda é preciso avançar. Respeitar a diversidade é apoiar o amor. Seguimos na luta!”, disse em sua página no Facebook.
Sobre drogas, a política gaúcha se apresenta como favorável à descriminalização: “Quantos jovens morrem, qual é a situação da segurança, qual o resultado concreto. Os números mostram que a violência aumentou a partir de uma política de guerra às drogas. O Brasil pode fazer esse debate, vinculando inclusive a tributação das drogas a campanhas educativas de prevenção do consumo de todas as drogas. O Brasil subestima o consumo de drogas lícitas”, afirmou à Veja.
Contrária à mudança no Estatuto do Desamamento, Manuela D’ávila se opõe à visão de Jair Bolsonaro sobre o assunto, de acordo com informações do site Rede Brasil Atual: “Qual é a proposta que o outro tem para a segurança pública? Nenhuma, a não ser a ideia de que todo mundo tem que se armar para se defender”, comentou na ocasião.
No mesmo âmbito da segurança pública, a candidata comunista é uma das incentivadoras da proposta adotada por Fernando Haddad em seu plano de governo, que prevê a liberação de presos condenados por crimes considerados “menores”. “Essa política do encarceramento em massa não dá resultados positivos para nossa gente”, afirmou em um manifesto lançado em abril deste ano.
Na lógica de Manuela D’Ávila, esse posicionamento deve ser estendido ao ex-presidente Lula (PT), conforme declaração dada ao programa Roda Viva, da TV Cultura, em junho: “Sabemos as razões pelas quais o ex-presidente Lula está preso. Ele está preso porque é o primeiro lugar nas pesquisas eleitorais. Todos nós sabemos que o juiz Sérgio Moro é um homem que desfila mundialmente acompanhado dos líderes dos outros partidos, dos partidos de oposição ferrenha ao ex-presidente Lula. […] Sim, enquanto não houver nenhuma única prova contra ele, se eu for presidente do Brasil eu darei indulto a ele”, afirmou na ocasião.
" Agora essa decisão de soltar o corrupto ex-presidente Lula e milhares de criminosos que cometeram "pequenos delitos" continua com o Haddad."
Posteriormente, com a rejeição da candidatura de Lula à presidência pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Manuela desistiu de ser cabeça de chapa e se aliou a Fernando Haddad, como vice na chapa.

Bolsonaro

Em outubro de 2013, a jornalista Letícia Gonzalez, da revista TPM, publicou um perfil da deputada. Na entrevista, Manuela contou que dois anos antes havia tido seu primeiro destempero como parlamentar, justamente por conta do estilo boca-dura do atual líder das pesquisas para presidente.
“Na Câmara teve uma única vez que eu saltei em cima de um deputado, o Jair Bolsonaro. Eu presidia a Comissão de Direitos Humanos e fiquei aguentando o debate todo, esperando minha vez de falar, porque é assim que é, ele é deputado… Mas nesse dia [em 2011] ele disse pro deputado Jean Wyllys que o pai dele tinha vergonha por ter um filho gay. Isso é repugnante, ultrapassa o que meu estômago consegue aguentar”, contou.
Ela acrescentou ainda que também não morre de amores pelo pastor Marco Feliciano (PODE-SP), ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias: “A gente pode lutar para que a Comissão de Direitos Humanos nunca mais tenha um Marco Feliciano”, resumiu.