sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O Verdaeiro Espírito ( demoníaco ) de Natal







       Bem, é necessário fazer algumas explicações. O 'Papai Noel' dos tempos modernos não passa de um produto, uma ferramenta do comércio para despertar uma febre de consumo em crianças e adultos e justificar filmes melosos. Nada mais.


Mas o velho Noel é muito mais do que isso.

           As origens da figura remontam ao Santo Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia.  Nascido em 280 DC, o bondoso homem colocava moedas de ouro nas casas de pessoas em dificuldades financeiras (mais especificamente, um saco de moedas de ouro nas chaminés dessas pessoas) e foi canonizado depois de muitos milagres a ele atribuídos. Sua festa foi celebrada no dia 6 de janeiro até ser retirada do calendário oficial da Igreja Católica em 1969. Apesar de tudo que se lê pela internet a cerca da Coca-Cola, a verdade é que o atual visual do velhinho foi criado pelo cartunista Thomas Nast em 1886. Foi apenas em 1931 que a famosa bebida usou o novo Papai Noel numa campanha publicitária que explodiu pelo mundo, solidificando a atual imagem da personagem. 

       Como se lê acima (e se vê também na misteriosa imagem que abre o post e logo será explicada), muitos milagres foram atribuídos a São Nicolau, o que indica ser ele um espírito divino da mesma categoria daqueles mencionados em Hebreus 12:23. Logo, estamos falando de uma entidade capaz sim de exercer poder sobre nosso mundo em favor daqueles que saibam conectar-se e sintonizar-se com ele.

Mas não é só.


Krampus, muito festajado na "Folia de Reis"

         A figura sombria ao lado de São Nicolau na abertura da postagem chama-se Krampus. E, acredite se quiser,é elemento inseparável na energia divina do santo em questão. Krampus é um ser mítico, fantástico — definitivamente um ser do Mal – muito conhecido das populações das aldeias e cidadezinhas dos Alpes. Ele também habita a imaginação europeia através do folclore na Áustria, Alemanha, Alsácia, Suíça, Eslovênia, e demais áreas das montanhas alpinas. Faz parte da cultura local desde tempos imemoriais. Apesar de muito antigo e limitado geograficamente aos Alpes, sua influência afeta alguns costumes natalinos de outras terras, até hoje.
Segundo se conta, Krampus começa as festividades do Natal no dia 5 de dezembro. Enquanto São Nicolau (Papai Noel) leva presentes às crianças boas, Krampus invade as casas e arrasta os pequenos que agiram mal, fizeram pirraça, não comeram legumes. Para um lugar desconhecido.
 O divino equilíbrio entre o bem e o mal, entre luz e trevas, penetra e permeia todas as coisas. Sem enxergar todas as oposições e caminhos, não somos capazes de alcançar a divindade  e adoramos ídolos. Importante recordar que mesmo Jesus, antes de dar início ao seu ministério foi ao deserto afim de ser 'tentado pelo diabo'. Ou seja, foi levado pelo Espírito na direção oposta em que a maioria dos cristãos pensa correr...
Mas quem era Krampus (do alemão, Krampen; garras)? 
Krampus foi uma divindade pagã rebatizada e inserida nas festividades natalinas não muito tempo depois de São Nicolau. O Papa Gregório aconselhou Santo Agostinho a permitir que o personagem fizesse parte dos festejos no século IV; a velha estratégia da Igreja de 'redimir' figuras que não podia expulsar da alma do povo. Krampus era uma dessas divindades mascaradas como diabos, como pode ser notado na figura acima.
Deusa Perchta bonita, mas perversa.
Tudo sobre controle, afinal.
PAPAI NOEL OU DEUSA PERCHTA ?
Deusa Perchta, na forma bela
A deusa Perchta (Alemanha e Aústria) ou Berchta (Noruega) era uma divindade cultuada pelos povos alpinos retratada como uma belíssima mulher de pele e cabelos brancos como a neve ou como uma figura monstruosa e furiosa. Vigiava os animais no inverno e também se certificava de que as costureiras estavam trabalhando corretamente em seu tear e mantendo limpas as suas casas. Para as 'boas' (Que eram fiéis em seu trabalho e lhe deixavam oferendas como leite, mel, panquecas) ela deixava recompensas tais como sorte no casamento, fertilidade, sabedoria para plantar e colher linho e cânhamo. As 'más', entretanto, tinham seus fusos quebrados, seus tecidos rasgados. 
Perchta zelava pelas crianças não nascidas e as protegia em vida, embalando seu sono e lhes deixando presentes na noite de Yule; moedas e doces nas meias colocadas junto da lareira. Mas lendas mais sinistras falavam de seu castigo aos maus meninos e meninas. Ela os arrastava para sua gruta e arrancava seus intestinos colocando feno ou lixo em lugar.
Ora, vemos então que, por detrás do bom velhinho Noel está o culto a Deusa!
A festa de Perchta era celebrada no dia 6 de janeiro onde mais tarde os cristãos passaram a celebrar a Epifania, ou festa da Manifestação do Senhor, dois domingos depois do Natal, um dia após o Dia de Reis. 


Outra forma de Berchta, mais parecida com Krampus

O processo de catequização cristã não deixou a deusa bela por muito tempo. Embora a figura monstruosa abaixo já fosse retratada em máscaras pelos camponeses, ganhou força com os cristãos que tentavam demonizar a divindade. Até sua face bela ganhou os contornos de uma velha feia, má, de grande nariz e verrugas. Mais tarde, Krampus seria pintado nos tons do deus grego Pã, figura oficial do diabo cristão.
Berchta ou Krampus ?
Até hoje, tradicionalmente, jovens rapazes das 
regiões Alpinas se vestem como Krampus – 
principalmente na cidade que é centro de 
comércio na Bavária, chamada Berchtesgaden, e 
desfilam acompanhando São Nicolau, durante as 
primeiras duas semanas de dezembro.  Os 
cristãos portugueses trouxeram esse costume 
pagão, para o Brasil e colocaram o nome de 
Folia de Reis.   Na verdade, os palhaços que 
vão à frente do cortejo, usando máscaras de 
bode, são representações de Berchta. O krampus 
de saias.


Assista esse vídeo com atenção e você terá uma surpresa !
Apologia aos Demônios dos Alpes

O processo de catequização cristã não deixou a deusa bela por muito tempo. Embora a figura monstruosa acima já fosse retratada em máscaras pelos camponeses, ganhou força com os cristãos que tentavam demonizar a "divindade". Até sua face bela ganhou os contornos de uma velha feia, má, de grande nariz e verrugas. Mais tarde, Krampus seria pintado nos tons do deus grego Pã, figura oficial do diabo cristão.

Até hoje, tradicionalmente, jovens rapazes das regiões Alpinas se vestem como Krampus – principalmente na cidade que é centro de comércio na Bavária, chamada Berchtesgaden, e desfilam acompanhando Papai, São Nicolau, Noel durante as primeiras duas semanas de dezembro.

Bem, vemos agora que a imagem divina de Nicolau e Krampus são não apenas os opostos do bem e mal, luz e trevas. Mas também o Masculino e o Feminino.

Não será a ausência dessa figura, sua sombra projetada sobre nós exigindo ser reconhecida, a causa do consumismo doentio, da pieguice e do vazio triste dessa época do ano? Não seremos todos nós vítimas de Krampus?
Vou deixar uma das mais conhecidas canções americanas:Santa Claus is coming to town com sua subliminar referência a sombra de Papai Noel:   Que para mim, parece um apelo desesperador para que a criança seja "boazinha" por que uma grande ameaça está chegando à cidade: PAPAI NOEL.
Para-
You better watch out 
You better not cry 
Better not pout 
I’m telling you why 
Santa Claus is coming to town 
He’s making a list 
And checking it twice; 
Gonna find out Who’s naughty and nice 
Santa Claus is coming to town 
He sees you when you’re sleeping 
He knows when you’re awake 
He knows if you’ve been bad or good 
So be good for goodness sake! 
O! You better watch out!
You better not cry
Better not pout 
I’m telling you why
Santa Claus is coming to town 
Santa Claus is coming to town
——
É melhor tomar cuidado
É melhor você não chorar
Melhor não emburrar
Estou dizendo porque
Papai Noel está vindo para cá
Ele está fazendo uma lista
E verificando-a duas vezes;
Vou descobrir quem é levado e quem não é
Papai Noel está vindo para a cidade
Ele vê quando você está dormindo
Ele sabe quando está acordado
Ele sabe se você foi mau ou bom
Então, seja bom pelo amor de Deus!
O! É melhor tomar cuidado!
É melhor você não chorar
Melhor não emburrar
Estou dizendo porque

Papai Noel está vindo para a cidade
Papai Noel está vindo para a cidade
Claro que depois disso tudo, um 'Feliz Natal' estaria fora de lugar. 
OBS: Existe uma outra figura que participou na composição de Papai Noel (existem muitas na verdade), bem mais antiga e muito popular nos dias de hoje. 
Para os que tem olhos para ver, uma imagem falará mais do que mil palavras.
Matéria compilada do site http://cidadedagraca.blogspot.com.br - Mestre Alec.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Livro do MEC “reescreve a Bíblia” e ensina jihad para as crianças

Ativista denuncia novo caso de doutrinação nas escolas patrocinado pelo governo. O ativista de direitos humanos Roberto Grobman está fazendo mais uma denúncia sobre a ideologia perversa presente em alguns livros distribuídos às escolas pelo Ministério da Educação do Brasil (MEC). Judeu, ele caracteriza um desses livros, da disciplina de História, como antissemita.
Voltado aos alunos do primeiro ano do ensino médio, o livro em questão – História: das sociedades sem Estado às monarquias absolutistas, volume 1 – foi distribuído nos anos de 2015, 2016 e 2017. Há uma grande probabilidade que continuará a ser usado nos próximos anos.
A obra, publicada pela Saraiva, tem quatro autores, todos professores da Universidade Federal Fluminense: Sheila Siqueira de Castro Faria, Jorge Ferreira, Georgina dos Santos e  Ronaldo Vainfas. O texto elimina os judeus da narrativa histórica, substituindo por “hebreus”, e também oculta o nome de “Israel” quando o material cita a Bíblia, preferindo usar Palestina.
Ora, essa palavra não existe na Bíblia, sendo uma denominação que possui profundo significado político e religioso, historicamente defendendo a narrativa islâmica sobre a Terra Santa. Na prática, estão reescrevendo a Bíblia para acomodar questões ideológicas.
             Grobman afirmou: “Vivo em Israel há anos, sou pesquisador, historiador e já fiz vários trabalhos de arqueologia bíblica e afirmo que nos 5778 da história judaica, foi a primeira vez que escutamos uma barbaridade assim”.
Ele lembra ainda que foi o imperador romano Adriano, que odiava os judeus, que trocou o nome de “Província Romana da Judeia” para “Província Romana da Síria Palestina” no ano 135 d.C. Essa nomenclatura derivava da palavra em latim para “Filisteia”, a terra dos filisteus.


Tal nomenclatura para a Terra Santa perdurou até o início do Império Bizantino, por volta do ano 350. Grobman acrescente ainda: “o nome Palestina caiu em esquecimento, pois povos diversos conquistaram a região. Em 1922 os ingleses começaram a usar o termo ‘Mandato Britânico da Palestina’ para se referir a toda essa região, que incluía também a Jordânia. Eles pensam ser um termo neutro, mas que se transformou num dos maiores problemas da atualidade, pois os árabes que viviam ali tomaram a decisão política de se intitular povo palestino – algo que jamais existiu na história – para não deixar o povo judeu, que havia sido autorizado pelas Nações Unidas, a se estabelecer aonde era Israel”.
Jihad para crianças
            No capítulo seguinte do mesmo livro há um texto igualmente controverso, quando fala sobre o c. Contrariando o que os próprios muçulmanos ensinam sobre a jihad (guerra santa) – que é a motivação dos extremistas para os ataques terroristas – o livro afirma que ele não tem a ver com “o permanente sentimento de ódio” aos cristãos do ocidente.
Um conhecimento mínimo sobre a doutrina islâmica é o suficiente para deixar claro que Maomé pensava diferente. Primeiramente por que essa “guerra santa” era travada contra “os judeus e os idólatras”, como diz a Sura 5:82 do Alcorão.
Idólatras, no caso, eram os cristãos pois os islâmicos os acusavam de adorar a 3 deuses – Pai, Filho e Espírito Santo. Todos os que não aceitam o Islã são chamados no Alcorão de “incrédulos” e sua morte também É ordenada, caso não se submetam. Existem ainda na Hadith, ou “Livro dos Ensinamentos de Maomé”, diversos estímulos à jihad como a guerra santa contra judeus e cristãos.
Quem deseja conhecer mais sobre o assunto pode consultar sites apologéticos como “Respondendo ao Islã” e o Centro Apologético Cristão de Pesquisas

De olho no livro didático
O PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) é responsável pela distribuição gratuita a alunos e professores de escolas públicas dos ensinos fundamental e médio, livros didáticos essenciais ao processo educativo.
O Ministério da Educação adquire todos os anos milhões de livros, de diversas editoras. Mas há casos conhecidos de se reescrever a história para impor uma narrativa ideológica.
Existem várias denúncias sobre isso nos últimos anos. O professor Orley José da Silva, evangélico e defensor do movimento “Escola Sem Partido”, mantém o blog “De Olho no Livro Didático” que seguidamente faz denúncias sobre erros, abusos e doutrinações presentes em materiais distribuídos pelo MEC.