quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

“O MAIOR CULTO PÚBLICO A SATANÁS DA HISTÓRIA” É REALIZADO EM DETROIT - IGREJA DE SATÃ

Detroit não é aquela cidade que declarou falência e que se encontra abandonada?               Veja só:  EUA: Tribunal permite FALÊNCIA de Detroit   A Justiça Federal dos Estados Unidos deu luz verde para o processo sobre a declaração de insolvência da prefeitura de Detroit. Quando a decisão for confirmada, será a maior falência de uma instituição pública da história americana.
     Antigo centro da indústria automobilística do país, a cidade passa por um profundo processo de decadência com a fuga de indústrias locais. Hoje 700 mil pessoas vivem em Detroit, menos da metade dos 1,8 milhão de habitantes dos anos 1950.

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Cerca de 700 pessoas se reuniram no último sábado à noite numa boate na cidade de Detroit, no Michigan, para celebrar o que foi chamado de “o maior culto público a Satanás” da história.













Com cerca de 3 metros de altura e pesando quase uma tonelada, a estátua mostra a representação de um ser parte homem e parte bode.









        Ele está sentado em um trono marcado pelo pentagrama. Embora recebe outros nomes, a imagem é conhecida como Bafomete, uma figura mística que é adorada por grupos satanistas no mundo todo. Alguns grupos maçônicos também usam essa figura, cujo nome teria origem na união de dois vocábulos gregos, “Baphe” e “Metis”, significando “Batismo de Sabedoria”.

Depois de ficar mais de um ano anunciando que colocaria a estátua em um local público, a organização Templo Satânico, cancelou a exibição depois que grupos religiosos locais protestaram.

Ao invés disso, fez a apresentação em uma festa privada. Os ingressos custavam 25 dólares por pessoa. Quem desejava tirar uma foto sentado na estátua precisou desembolsar mais 75 dólares.


Embora use o nome de satânico, a organização afirma ser ateísta e que está promovendo a estátua como forma de aumentar o debate sobre a liberdade religiosa. Um grupo de cristãos conseguiu “penetrar” na festa e está divulgando imagens chocantes.

Em um ambiente que lembrava uma igreja, primeiramente um grupo de heavy metal se apresentou. No alto do palco, uma cruz invertida brilhava. Uma bandeira foi colocada no chão com as palavras “este é o meu corpo, este é o meu sangue”.





As fotos mostram também um homem vestido com roupas que lembram sacerdotes, adornadas com cruzes invertidas. O homem tinha o rosto pintado imitando uma caveira. Lembrava muito aapresentação do grupo Ghost BC durante o Rock in Rio dois anos atrás.








Papa satânico

No centro do palco, a estátua estava coberta com um pano. Líderes do Templo Satânico leram pequenos discursos numa estrutura que lembrava um púlpito. Três pessoas nuas com apenas as cabeças cobertas participam de um ritual que lembra um batismo, só que ao invés de água é vinho derramado sobre suas cabeças.




Batismo satânico

Depois, dois homens vestidos com roupas de sadomasoquismo e segurando velas foram chamados. Eles tiraram o pano e depois começaram a se beijar, sentados no colo da imagem.


Os presentes foram convidados a se aproximar da imagem para “admirá-la”. Vários casais hetero e homossexuais tiraram fotos sentadas no colo da estátua. Alguns iniciaram uma relação sexual em público. Na platéia, muitas pessoas tinham os rostos e o corpo pintados, alguns literalmente exibiam chifres e alguns tinham sobre o corpo seminu uma tinta vermelha que lembrava sangue.


Embora se apresentem como ateus e seu fundador, Lucien Greaves, tenha participado de vários encontros para a promoção do ateísmo nos EUA. Claro que para eles Satanás é real. O discurso oficial é que Satanás é apenas uma figura que representa o que eles querem: fazer oposição aos cristãos.

A reação dos cristãos   


Durante toda a tarde de sábado, grupos cristãos fizeram cultos próximo ao local, orando e cantando louvores a Deus. Alguns pastores usaram os microfones para repreender a ação demoníaca sobre a cidade.

A bispa Corletta Vaughn da Catedral Espírito Santo, afirmou: “Não vamos entregar nossa cidade para os satanistas. É um espírito violento que está se mudando para a cidade e se infiltrar naquele lugar. Vamos expulsá-los daqui”.

“Nós não queremos isso aqui. É desrespeitoso”, disse a evangelista Bonita Shelby, esposa do pastor Don Shelby do Ministério Internacional Sarça Ardente, que gritava ao microfone: “Em nome de Jesus. Nós marchamos no Espírito em Detroit”.

Segundo foi divulgado, o Templo Satânico não deixará a estátua no Michigan. Os grupos cristãos da cidade fizeram grande pressão sobre a autoridades.

O pastor David Bullock, de uma importante igreja batista local, chegou a anunciar que, caso a estátua ficasse em local público, ele a destruiria.

               Agora, o grupo ateísta espera poder colocar Bafomete no Capitólio do estado de Arkansas, ao lado de um monumento dos Dez Mandamentos. Está apenas aguardando um parecer da justiça para isso. Anunciou também que pretende em breve colocar estátuas semelhantes em pelo menos dois outros Estados que possuem monumentos com os Dez Mandamentos em órgãos públicos. Com informações de Fox News, The Blaze, Freep e Church Militant





FOI INAUGURADA MAIS UMA “IGREJA” DE SATANÁS NOS EUA

                                                                                                                            A "igreja" dedicada a Satanás fooi inaugurado em Old Town Spring, Texas (Estados Unidos) em 30 de outubro, um dia antes da celebração do Dia das Bruxas, um fato que tem despertado a preocupação dos moradores locais.





Segundo a imprensa local, um dos fundadores da "Grande Igreja de Lúcifer", Michael Ford, disse que Satanás é um guia de luz e espiritualidade; Ele está acrescentando que a sua "igreja" é parte de um grupo que professa adoram a Lúcifer em várias partes dos Estados Unidos.

"Nós trabalhamos sempre com a luz e as trevas e rejeitamos a noção de que algo é negativo ou inerentemente mau. Não há espaço para energias negativas ou más intenções, nenhuma dessas coisas fazem parte deste caminho espiritual".

Também expressam apoio a uniões homossexuais e rejeitam o conceito tradicional de família, nascida do casamento entre um homem e uma mulher. "Obviamente, estas definições estão desatualizados" expressa.

                                                                                                                              Em seu site, os organizadores confirmaram que a abertura desta "igreja" foi em 30 de outubro quase três meses depois que o Templo Satânico de Detroit, Michigan Grupo (Estados Unidos) inaugurasse uma escultura dedicada ao diabo. Segundo a imprensa local, um dos fundadores da "Grande Igreja de Lúcifer", Michael Ford, disse que Satanás é um guia de luz e espiritualidade; Ele está acrescentando que a sua "igreja" é parte de um grupo que professa adoram a Lúcifer em várias partes dos Estados Unidos.



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IGREJA DE SATANÁS CELEBRA O NASCIMENTO DO BEBÊ DE NOME LÚCIFER

Um bebê chamado Lúcifer está sendo aclamado como o novo "Anticristo" pelos membros da igreja de satanás. O bebê que nasceu ontem no Hospital Universitário de Salt Lake tem provindos de controvérsia entre os Mórmons e as comunidades cristãs depois que panfleteiros foram encontrados Postado em torno do centro da cidade, alegando "o nascimento do Anticristo" e convidando não-membros e membros da Igreja de Satã, para comemorar esse nascimento"sagrado".

Em alguns sistemas de crenças cristãs, Jesus o Messias aparecerá em sua segunda vinda à Terra para enfrentar a emergência da figura Anticristo, que será o maior falso messias no cristianismo . Assim como Cristo é o salvador e o modelo ideal para a humanidade, seu adversário no tempo final será uma única figura do mal, a quem alguns acreditam que seria a encarnação viva de Satanás, também conhecido como Baphomet ou Lúcifer.



O menino recém-nascido, que nasceu Gabriel Lúcifer Whitcome, acredita-se ser uma "encarnação do Anticristo" por seus pais, ambos membros da Igreja local Salt Lake City of Satan. 

Se ambos os pais admitem que os panfletos podem ter chocado não-membros da Igreja de Satã, que não esperavam suas crenças para criar tanto rebuliço.


"Tudo que queríamos era compartilhar a boa notícia aos colegas membros da comunidade"admite o pai de 34 anos, presidente da secção local da Igreja de Satã e atualmente desempregado. 

"Em nosso sistema de crença, este é um momento de celebração. Nasce o nosso Messias. Tudo que queríamos era compartilhar a boa notícia, embora entendemos que o nascimento do Anticristo poderia ser interpretado como uma coisa ruim se você é da fé cristã"disse ele a repórteres locais. 

O bebê nascido em "condições astrológicas auspiciosas" de acordo com os pais o faria a encarnação de Satanás . O Especialista jurídico local John Burroughs, admite que o nome é "incomum", mas não é ilegal. "Enquanto os pais cuida bem da criança, há nenhuma razão para serviços de proteção a criança (CPS) estar envolvido" afirma o perito.


domingo, 17 de janeiro de 2016

Governo Federal apoia a orientação homossexual e livros que ensinam a prática do sexo, com ilustrações, para crianças do ensino fundamental

Fique de olho nesse livrinho. A escola do seu filho poderá adotá-lo.

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Nossas crianças estão cada vez mais indefesas dentro das próprias escolas. Veja um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo não só de disseminar o gayzismo e o bissexualismo mas também agora o de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo. O livro é sugerido pelo MEC a diretores e professores da rede pública e privada de ensino.

O blog Portal Fé em Jesus mostrou em reportagem como livros didáticos e paradidáticos que exaltam o homossexualismo e a "família" formada por um casal gay estão chegando nas escolas do país sob sugestão e estímulo do MEC. Disfarçadamente, o kit gay concebido pelo governo para ser distribuido nas escolas, em que pese o recuo do então ministro da Educação, Fernando Haddad, vai sendo introduzido no ambiente escolar, atingindo crianças a partir dos seis anos de idade até os adolescentes no Ensino Médio.  
    
A imagem ao lado é de uma página do livro, que induz a criança a ler o Kama Sutra famoso livro indiano que ensina diversas posições para se praticar sexo.

São livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Eles ensinam que um casal homossexual ou bissexual deve ser aceito pelas crianças e que não há nada de errado se um coleguinha for adotado por dois "país" ou duas "mães". Esses livros também interagem com as crianças, como o modelo que este Blog mostra abaixo. Ele se chama "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas", escrito pela autora francesa Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras.

Para esta autora e para quem publica uma obra dessas, "criança descolada" é criança que está pronta para fazer sexo. Vejam abaixo várias imagens do livro e notem que ele ensina as crianças a transarem, exibindo posições sexuais, explicando o orgasmo e o que se pode sentir com a prática sexual, etc.
Em outra página do mesmo livro, as crianças são estimuladas a colocar o dedo num buraco feito no livro onde se pode simular um pênis ou a introdução dele numa vagina.

                  O texto, publicado em diversos blogs, apontava que o livro "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas” era um escândalo e mesmo assim era recomendado pelo governo para professores utilizarem nas escolas. Leia trechos:
" Governo Lança Cartilha que Estimula Crianças de 09 e 10 Anos de Idade a Fazer Sexo: Nossas crianças estão cada vez mais indefesas dentro das próprias escolas. Veja um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo. O livro é sugerido pelo MEC a diretores e professores da rede pública e privada de ensino."
"São livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Esses livros também interagem com as crianças, como o modelo mostrado abaixo. Ele se chama "Aparelho Sexual & Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas", escrito pela autora francesa Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras."

O Pr. Carlos A. Neto, autor deste blog " Dias Finais" selecionou mais onze livros que visam "orientar" as crianças e adolescentes como aceitar a homossexualidade e ter relacionamentos "normais" homoafetivos.

LIVRO 1 -    Tal Pai, Tal Filho, de Georgina Martins
Um menino decide se tornar bailarino, mas, para isso, precisa enfrentar o preconceito de seu próprio pai, que sempre lhe contou histórias de homens "cabras-machos" de sua terra. Ilustrações de Sergio Serrano.
LIVRO 2 -  Amor Entre Meninas, de Shirley Souza
Com leveza e dinamismo, a autora responde diversos questionamentos sobre sexualidade que garotas fazem a si mesmas na adolescência. Achar uma pessoa do mesmo sexo bonita não significa que você é gay. E, se for, fique tranqüila: tem nada de errado nisso.
LIVRO 3 - Olivia Não Quer Ser Princesa, Ian Falconer
A porquinha Olívia é diferente de suas amigas. Todas elas querem ser princesas, adoram cor-de-rosa e varinha de condão. Olívia começa a se perguntar por que todo mundo tem que pensar do mesmo jeito, ser a mesma coisa e, o mais importante, o que ela quer ser? :
LIVRO 4 - Ceci Tem Pipi ?, de Thierry Lenain
Para Max sempre tudo foi muito simples: existem as pessoas "Com-pipi" e as pessoas "Sem-pipi". Os Com-pipi são considerados os mais fortes, mas Max se confunde com sua nova coleguinha de escola, Ceci. Ela gosta de fazer tudo o que meninos fazem. O garoto começa a se perguntar se a Ceci tem é dos Com-pipi, assim como ele. Ilustrações de Delphine Durand.

LIVRO 5 - Meu Amigo Jim, de Kitty Crowther
Os amigos Jim e Jack são uma gaivota e um melro, respectivamente. Eles passam muito tempo juntos e as outras aves acham isso bem esquisito – mas Jim e Jack não estão nem aí para isso. A autora e ilustradora ainda fala sobre preconceito racial e leitura em Meu Amigo Jim. 
LIVRO 6 - A História de Júlia e Sua Sombra de Menino, de Christian Bruel, Anne Galland e Anne Bozellec
Os pais de Júlia não gostam nada, nada dos modos da filha: dizem que ela se parece com um menino em tudo que faz. Quando a sombra de Júlia fica igualzinha a de um menino, ela se sente triste e começa a questionar sua identidade.

LIVRO 7 - Meus Dois Pais, de Walcyr Carrasco
O pai e a mãe de Naldo vão se divorciar. O garoto vai morar com o pai e um amigo dele, Celso, embora todo mundo seja contra isso. Tudo vai muito bem até dizerem para Naldo que seu pai é gay. Ele fica desnorteado, mas uma conversa resolve a situação: o menino entende que isso não muda o amor do pai por ele. Ilustrações de Laurent Cardon.
LIVRO 8 - Do Jeito que a Gente É, de Márcia Leite
O adolescente Chico quer assumir para a família que é gay. Béa detesta sua aparência e quer aprender a se aceitar. A história dos dois personagens é contada com sensibilidade, leveza, emoção e sem clichês.

LIVRO 9 - Olívia Tem Dois Papais, de Márcia Leite
A curiosa menina Olivia tem dois pais. Um brinca de bonecas com ela; o outro sabe cozinhar. Ela fica intrigada com isso. Surge outra dúvida: Quem vai lhe ensinar a usar maquiagem e salto alto se nenhuma mulher mora com eles três?
LIVRO 10 - O Fado Padrinho, o Bruxo Afilhado e Outras Coisinhas Mais, de Anna Claudia Ramos
Para o menino Luar, a ideia de se tornar um fado madrinho é simplesmente perfeita para realizar seu desejo de ajudar todas as pessoas do mundo que precisam de uma forcinha. Ele não se importa se ser fada madrinha é "coisa de menina". Ilustrações de Tatiana Paiva.
LIVRO 11 - Menina Não Entra, de Telma Guimarães Castro Andrade
Um grupo de amigos quer formar um time de futebol, mas não aceitam que Fernanda se junte a eles – porque ela é menina, e meninas não jogam futebol. Mas quando Fernanda lhes mostra que é boa jogadora, percebem que se enganaram e preconceito não ajuda ninguém a ganhar. As ilustrações são de Ellen Pestili.


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Livro para biblioteca escolar exibe até pedofilia.               Agora é do governo federal
Por: Reinaldo Azevedo  http://veja.abril.com.br/colunistas

Pedofilia
Leiam o que vai abaixo, do jornal “Agora”, da mesma empresa que edita a Folha, que circula só em São Paulo. Volto no post seguinte. Por Adriana Ferraz:
A história se repete, desta vez no âmbito federal. Um livro distribuído pelo MEC (Ministério da Educação) às escolas públicas de São Paulo contém cenas de violência, sexo explícito, estupro e até pedofilia. A linguagem de “Um Contrato com Deus” é a dos quadrinhos, porém indicados para os alunos do ensino médio –a partir de 15 anos.
A obra, no entanto, chegou a colégios onde há turmas a partir da 5ª série, quando os alunos têm, em média, 11 anos.
A publicação faz parte do acervo do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) e é enviada diretamente para os colégios cadastrados. No Estado, são 5.682 participantes, das redes estadual e municipal, que recebem as caixas.
O livro não é didático e, por isso, não segue direto para as mãos dos alunos. Fica à disposição nas bibliotecas como instrumento complementar de leitura. O autor, Will Eisner, é considerado o artista mais importante dos quadrinhos e da cultura pop do século 20.
Os textos e ilustrações exigem um elevado poder de interpretação. Em “Um Contrato com Deus”, uma criança levanta a roupa para um adulto após pagamento em dinheiro. Não há violência física, mas sugestão de pedofilia.
Em outro capítulo, uma mulher é estuprada, outra é espancada e um bebê, arremessado em um sofá por um homem bêbado, aos gritos desesperados da mãe. Para a professora Marta Scarpato, da pós-graduação da PUC-SP, um contexto extremamente violento que exige discussões politizadas na sala de aula.
“Está havendo mesmo um descuido. A realidade de nossos alunos e nossas escolas não colabora para o desenvolvimento de um trabalho crítico, necessário nesse caso. Os alunos mal sabem ler e escrever, os professores têm de cuidar de turmas superlotadas e as bibliotecárias não têm preparo para recomendar livros de acordo com a idade.”
Para Vitor Paro, da Faculdade de Educação da USP, falta respeito e conhecimento e sobra ignorância. “As pessoas têm um conceito vulgar da coisa. Acham que é preciso apelar para estimular a criança ou o jovem a ler. Não sabem que a educação é muito mais complexa, que, para ensinar, é preciso ter conhecimento técnico. Que comissão é essa que escolhe esse livro? Por que dar preferência a isso? Esse tipo de educação é de entretenimento”, diz.

Caça às bruxas
“Por que os livros de Jorge Amado ou Machado de Assis não recebem indicação para adultos? Por que a censura com os quadrinhos? Isso só mostra o maravilhoso poder de comunicação deles”, afirma Rogério de Campos, diretor da Conrad, editora especializada no segmento.
Para Campos, a atual “caça às bruxas” pode levar a uma censura extrapolada. “Quantos livros, quadros ou filmes sugerem violência? Mesmo a Bíblia tem muitas passagens que podem ser censuradas.”
A Devir, editora de “Um Contrato com Deus”, diz que não faz classificação etária do livro.
Fiquei horrorizada
Por Gilberto Yoshinaga:
Ao folhear os livros enviados pelo governo federal no início do mês, a diretora de uma escola estadual da Grande SP se assustou com “Um Contrato com Deus”. Por conta própria, tirou o volume da biblioteca, frequentada por alunos da 5ª série (11 anos).
A vistoria prévia aconteceu por causa de outros livros polêmicos, enviados pelo governo estadual . Com palavrões e referências a estupro, as obras estavam num kit para a 3ª série –alunos de nove anos. “Eu tinha esses livros recolhidos pelo Estado e fiquei com isso na cabeça. Resolvi ver a caixa do MEC, mas não esperava encontrar uma coisa dessas. Fiquei horrorizada”, disse.
“Por sorte, não tínhamos catalogado esse livro e, por isso, nenhuma criança viu. A capa é muito bonita, o título dá a entender que se trata de algo meio religioso”, afirma. “O conteúdo é totalmente diferente do que parece. E não acho que seja educativo.”



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Governo cristofóbico de Dilma, quer banir a história do cristianismo do currículo escolar

Governo cristofóbico
O governo federal voltou à carga para tentar mudar conceitos importantes da sociedade brasileira através da educação, com a criação silenciosa de uma proposta de unificação do currículo escolar no país.
De acordo com essa proposta, questões de história ligadas à origem do cristianismo ou ao surgimento da democracia ficariam de fora dos temas a serem tratados nas aulas de história ao longo dos nove anos que englobam os ensinos Fundamental e Médio.
O alerta foi feito pelo professor e historiador Marco Antônio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Globo. Villa é um ferrenho opositor do governo petista e defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
“O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural […] Sob o disfarce de ‘consulta pública’, pretende até junho ‘aprovar’ uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a ‘Base Nacional Comum Curricular’”, introduziu Villa em seu artigo publicado recentemente.
De acordo com o professor, a proposta do MEC “é um crime de lesa-pátria”, pois baniria a origem de diversas filosofias que não se alinham à ideologia socialista/comunista abraçada pelo Partido dos Trabalhadores e pretendida por seus políticos como absoluta no Brasil.
“Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição”, pontuou Villa.
Em sua análise da proposta, o professor concluiu que “os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval”, pois omitiram os dez séculos marcados pela “expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, e as transformações econômico-políticas”.
“Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII […] [Os petistas não] perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização, foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país”, elenca.
Doutrinação
Essa não é a primeira tentativa de doutrinação do governo petista através da educação. Em 2015, o MEC havia tentado avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.

A iniciativa era uma clara tentativa de contornar a decisão do Congresso Nacional em 2014, que recusou a ideologia de gênero como tema de ensino nas escolas. O MEC já havia ignorado essa decisão e vinha exigindo que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.
Posteriormente, o Comitê de Gênero teve suas funções modificadas, assim como o nome. O então ministro, Renato Janine Ribeiro, terminou demitido por Dilma e substituído por Aloízio Mercadante (PT), na reforma ministerial.


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Jornal francês aponta Deus como responsável pelo terrorismo muçulmano, um ano após atentado



              No dia 07 de janeiro de 2015, a sede do jornal semanal Charlie Hebdo era invadida em Paris por extremistas muçulmanos, que executaram 12 funcionários e deixaram outros feridos.
Agora, o diretor do jornal, divulgou antecipadamente a capa da edição da próxima quarta-feira, 06 de janeiro, mostrando uma charge em que Deus aparece barbudo, portando um fuzil             Kalashinikov e com as roupas ensanguentadas.
A manchete da edição “especial” em memória do atentado é “1 ano depois, o assassino ainda corre”. No interior, um editorial assinado pelo cartunista Riss – sobrevivente do ataque e atual diretor do Charlie Hebdo – faz uma forte defesa do ateísmo e do conceito extremista de laicidade.
O editorial faz críticas aos “fanáticos alienados pelo Alcorão” e “devotos de outras religiões” que supostamente queriam o fim do jornal por “ousar rir do religioso”.
“As convicções dos ateus e dos laicos podem mover mais montanhas do que a fé dos crentes”, garante Riss em seu artigo.
De acordo com informações do G1, a edição em memória das vítimas de 07 de janeiro de 2015 terá uma tiragem de quase um milhão de exemplares, e uma quantidade considerável será enviada a diversos países.
Além do ataque generalista às pessoas religiosas, a edição do Charlie Hebdo trará ainda um caderno de charges das vítimas, além de mensagens de apoio de várias personalidades, como a ministra francesa da Cultura, Fleur Pellerin; atrizes, como Isabelle Adjani, Charlotte Gainsbourg e Juliette Binoche; intelectuais como Élisabeth Badinter, a bengalesa Taslima Nasreen e o americano Russell Banks; e o músico Ibrahim Maalouf.