domingo, 21 de dezembro de 2014

ESTE É O NATAL VERDADEIRO,

O NATAL VEIO DO PAGANISMO.
PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.



Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?

 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."

3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"      -     É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um  com o seu próximo;"  (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."  (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

  "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram."  
(Os 4:13)

  "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

  "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."

7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?

Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:

  "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...".  
(Deut 12:30-31)

  "Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'"
 (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

    "Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade".
 (Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17).  E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:

    "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens."
 (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

    "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus"
 (Mat 15:6).
    "Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Deut12:31)
Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

  "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."
 (Ap 18:4)


 
10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.")vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14)  que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
·        Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
·        O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
·        O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
·        Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.

Temos a seguinte correspondência:

Mês (número)
Mês (nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1
Abibe ou Nissan
= março / abril
1 e 2
Êxo 13:4 Ester 3:7
2
Zive = abril / maio
3 e 4
1Re 6:13
3
Sivan = maio / junho
5 e 6
Est 8:9
4
Tamuz = junho / julho
7 e 8 (Abias)
Jer 39:2; Zac 8:19
5
Abe = julho / agosto
9 e 10
Núm 33:38
6
Elul: agosto / setembro
11 e 12
Nee 6:15
7
Etenim ou Tisri
= setembro / outubro
13 e 14
1Rs 8:2
8
Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro
15 e 16
1Rs 6:38
9
Kisleu
= novembro / dezembro
17 e 18
Esd 10:9; Zac 7:
10
Tebete = dezembro / janeiro
19 e 20
Est 2:16
11
Sebate = janeiro / fevereiro
21 e 22
Zac 1:7
12
Adar = fevereiro / março
23 e 24
Est 3:7
                                                                 
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").



Em 1999, Hélio de M. Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto "The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide Church of God (Armstrongnianismo melhorado?)

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A ORIGEM DO PAPAI NOEL


  
A Missa de Panielo 
por Leghba Valys 418 em 19980427 e.v.
Introdução 
Com o advento do capitalismo e a preocupação crescente no acúmulo de bens & capital, o inconsciente coletivo da humanidade acabou por resgatar uma das imagens arquetípicas primordiais: Papai Noel. 
Papai Noel, como atribuição arquetipica, é visto como um velhinho simpático, que deseja sempre o bem para os seus & retribui este bem, ou seja, as boas ações, com presentes. Deste arquétipo principal derivou-se uma egrégora universal, onde um Papai Noel mundial percorre todo o globo na noite de Natal (25 de dezembro no calendario juliano, data aceita como o dia do nascimento do deus sacrificado do catolicismo) distribuindo presentes para as crianças que se comportaram conforme os padrões morais-éticos estabelecidos na época. 
Esta egrégora é alimentada pelos proprio beneficiários, ou seja, as crianças. Milhões de crianças, de vários credos, raças e idades (devido à globalização da economia) unem sua vontade numa grande evocação onde pedem, fervorosamente, que Papai Noel traga, na noite de Natal, o seu presente, a sua paga pelo bom comportamento no decorrer do ano. 
Papai Noel, como egrégora, vem sido alimentado há algumas décadas. O ritual da Missa de Papai Noel (PANIELO) tem como objetivo utilizar a imagem de Papai Noel como foco mágico para a concentração da vontade e reflexo das necessidades do conjurador. Sendo assim, o ritual conjura a egrégora e apresenta o desejo que cada conjurador quer ver realizado. A energia dispendida no ritual é acumulada pela egrégora, transmutada e devolvida ao conjurador na forma de seu pedido realizado. 
Preparação & Materiais
O ritual deve ser realizado em um ambiente fechado, aconchegante e familiar a todos os participantes. São preferíveis ambientes tipicamente burgueses, como a sala de uma casa de familia "respeitável", que possua, preferencialmente, uma lareira.
Deve-se encontrar um "pinheiro" (normalmente o topo deste), que caiba dentro da sala. Este pinheiro deve ser enfeitado com bolas de cristal multicoloridas, mini-lâmpadas coloridas que piscam, pequenas imagens com motivos natalinos (i.e. embalagens imitando presentes, trenos, papai-noelzinhos, etc). Não é necessário restringir os bibelôs à arvore, sendo que toda a sala pode ser enfeitada, conforme a vontade dos participantes (mas sempre seguindo a linha de motivos natalinos). A lareira, se existir, deve ser enfeitada com um cuidado especial, e nela devem ser penduradas meias (uma para cada participante).
O enfeite da árvore é de suma importância, visto que serve como um ponto de referência ao Papai Noel, para que ele reconheça a casa onde espera-se sua visita.
Esta preparação material deve ser feita pelo menos uma semana antes da realização do ritual. A sala deve ser mantida, durante essa semana, limpa e em "ordem" (i.e. ordem simétrica). Todos os participantes devem estar presentes durante a preparação da árvore e da sala, e se mostrar dispostos a ajudar na preparação.
A egrégora atual de Papai Noel tem como imagem um homem idoso (70-80 anos), caucasiano, de cabelos brancos bem aparados, uma barba longa (que vai até o meio do peito) branca e plena, bem aparada e limpa. Seu rosto apresenta poucas rugas, sendo mais visíveis quando sorri. Dentes limpos, simétricos e brilhantes. Usa um óculos de aros redondos, de grau imperceptível. Apresenta-se como obeso (120-150 kg), mas de uma forma bem "distribuída" entre os membros do corpo. É ginecomasta e possui um abdômem proeminente. Veste-se com um tecido vermelho acetinado, com as bordas brancas. Calça e camisa compridas, com um grande macacão para proteção contra frio extremo, botas pretas fechadas até o tornozelo, luvas brancas finas e um cinto preto, com uma grande fivela dourada. Utiliza um gorro em forma de cone, do mesmo tecido da roupa, e uma bola de pêlos pende da ponta do cone. Vive em uma parte obscura do Pólo Norte, provavelmente no subterrâneo. Desloca-se com a ajuda de um grande trenó dourado, próprio para neve, puxado por seis renas "mágicas", que têm a capacidade de voar. Papai Noel traz consigo um grande saco vermelho, onde carrega os presentes que vem entregar.
O ritual deve ser realizado durante a noite, preferencialmente à meia-noite do dia 24 de dezembro. Os conjuradores devem escolher um simbolo qualquer para representar seu pedido, podendo ser um sigilo ou qualquer outro símbolo que contenha a ideia do pedido.
No dia da conjuração os participantes devem se reunir pelo menos uma hora antes do inicio da evocação. Durante essa hora os participantes podem utilizar qualquer tipo de substância que aumente sua percepção ou leve a estados catabólicos. Neste ínterim deve-se refletir ou mesmo comentar com os colegas seu pedido ao Panielo (Papai Noel).
A Conjuração
Na hora marcada, os participantes devem se reunir ao redor da arvore e bradar, em voz alta e com extremo desprendimento, apontando com o símbolo de seu pedido para a árvore, esta conjuração:
Vem turbulento pela noite! Vem!
De PANIELO! Iô PANIELO!
Iô PANIELO! Iô PANIELO! Do mar de além
Vem do Pólo Norte! Vem!
Vem trazer meu presente! Vem!
Sem mais demora! Vem!
Cortando o céu em seu trenó! Vem!
Com as renas cavalgando as nuvens! Vem!
Trazendo meu presente! Vem! 12
Iô PANIELO! Iô PANIELO!
Com sua barba branca! Vem!
Vem trazer meu presente! Vem!
Eu fui um(a) bom(a) menino(a)! Vem!
Ó PANIELO! Iô PANIELO!
Iô PANIELO! Iô PANIELO! Iô PANIELO!
Deve seguir uma grande gargalhada como a de Papai Noel (Hô! Hô! Hô!). Durante toda a conjuração cada participante deve visualizar um grande trenó cruzando o globo, saindo do Pólo Norte e dirigindo-se para onde o grupo agora se encontra. Dentro do trenó, o conjurador deve visualizar Panielo e seu saco, contendo seu presente.
Logo após a gargalhada, faz-se alguns instantes de silêncio, onde reflete-se novamente sobre o pedido feito ao Panielo. Então cada um dos participantes (um de cada vez) brada, em voz alta, segurando no ar (sobre a cabeça) o símbolo do pedido, esta fórmula:
Sim, Panielo! Eu fui um(a) bom(a) menino(a)!
Traga meu presente que é [falar o pedido], sem mais demora!
Repete-se a gargalhada em coro e faz-se mais alguns instantes de silêncio. Logo após finaliza-se bradando estas palavras:
Está feito!
Panielo ouviu meu clamor!
Satisfez meu desejo!
Agora volte para o Polo Norte, Panielo!
Continuarei a ser um(a) bom(a) menino(a)!
Agora cada participante gargalha livremente, de preferência até a exaustão, com grande desprendimento e entrega.
Conclusão
Dependendo da vontade de cada um, segue-se à conjuração uma grande orgia, ou um grande festim, onde cada participante deve abandonar o simbolo de seu pedido e esquecer completamente o pedido em si.
Se todos os passos do ritual forem realizados com grande devoção e desprendimento, o pedido será realizado. 

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A VERDADE SOBRE A ÁRVORE DE NATAL

A Tradição da Árvore de Natal


A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. Portanto a árvore de natal recapitula a ideia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilônia A Religião dos Mistérios).

Existe o hábito de durante as festividades natalícias enfeitar-se e iluminar-se um pinheiro ou um abeto. Contudo, a tradição de enfeitar uma árvore é anterior ao próprio Natal.

Os romanos penduravam máscaras do deus Baco em pinheiros para comemorarem aSaturnália (festa em hora de Saturno, deus da agricultura), celebração que coincidia com a data atual do Natal.
Como símbolo do triunfo da vida sobre a morte, os egípcios tinham como tradição transportar folhas de palmeiras para dentro de casa no dia do Solstício de Inverno (21 de Dezembro).
Na cultura celta, os druidas tinham o costume de decorar os carvalhos mais antigos com maçãs douradas para as festividades celebradas durante o Solstício de Inverno.
Segundo a tradição, São Bonifácio, no século VII, usava o perfil triangular dos abetos com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular abeto.
Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o vértice para baixo em resultado da simbologia triangular da Santíssima Trindade.


A Árvore de Natal atual

Os primeiros registos da existência de uma Árvore de Natal, tal como a reconhecemos nos nossos dias, remontam ao século XVI, a mesma altura em que a tradição se vulgarizou na Europa Central.
Conta a lenda que foi Martinho Lutero, autor da reforma protestante, quem montou a primeira Árvore de Natal “moderna”. A idéia surgiu-lhe depois de um passeio pela floresta, numa noite de céu limpo, em que as estrelas eram bem visíveis. Imaginando que a noite em que Jesus Cristo nasceu teria sido assim, resolveu levar a imagem até junto da família sob a forma de uma árvore.

decorada com velas, com uma estrela brilhante no topo.
O hábito de enfeitar a Árvore de Natal enraizou-se. Na Alemanha, independentemente do estatuto social, as famílias decoravam as árvores com frutos, doces e flores de papel.
A Grã-Bretanha importou o costume da Árvore de Natal no século XVII, através dos monarcas da Casa de Hannover, tendo-se consolidado a utilização do pinheiro enfeitado após a publicação, pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e o príncipe Alberto com os filhos junto à Árvore de Natal, no castelo de Windsor, em 1846.
A tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos da América, através dos soldados alemães, durante a Guerra da Independência.
Nos Estados Unidos, dada a divergência de povos e culturas, a adesão à Árvore de Natal não foi uniforme.
Em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma Árvore pela primeira vez. Desde 1923, que todos anos o pinheiro iluminado marca presença na residência oficial do presidente dos Estados Unidos da América.
A tradição em Portugal
Nos países com as tradições católicas mais enraizadas, como Portugal, o costume de se enfeitar o pinheiro na época natalícia surgiu pouco a pouco, ao lado dos presépios. O facto deve-se à Árvore de Natal ser um costume de origem pagã e por isso predomina nos países nórdicos e no mundo anglo-saxónico.
Durante muito tempo, o presépio foi a única decoração de Natal. Em Portugal, a adesão da Árvore Natal foi tardia, em relação aos outros países da Europa.
Nos anos 50, enfeitar um pinheiro no Natal era mal visto nas cidades e nos campos apenas se utilizava o presépio.
Hoje em dia é difícil não existir uma Árvore de Natal a “iluminar” as casas portuguesas e muitas a enfeitar as diversas superfícies comerciais do país.
A tradição no Brasil
No Brasil em quase todos os lares, comércios, praças públicas e repartições públicas é comum na época do Natal encontrar uma árvore natalina armada e enfeitada.
E o que é pior, em uma gama enorme de igrejas evangélicas vemos, pasmem! Até no local do altar, no canto ou ao lado do púlpito.

Existem muitos pastores, bispos e outras categorias de "líderes evangélicos" que não sabem nada sobre nada e querem conduzir o rebanho de Cristo.

A GUIRLANDA

Elas são verdinhas e muita gente acha até simpática, mas… você sabe o que significa a guirlanda? Entenda o que você anda pendurando na porta de casa.

Guirlanda nada mais é que uma coroa de folhas e/ou flores, em geral, utilizada como forma de honrar deuses do paganismo. Em todas as culturas, o ato de pendurar a guirlanda na porta é um sinal de legalidade (autorização) para movimentação espiritual.

E pode parar por aí se você pensou: “Ah, mas não é feito com essa intenção”. Já dizia um bom ditado popular: “De boa intenção o inferno está cheio”. Que tal parar para pensar? Afinal, de onde veio e para que serve a guirlanda? O que significa esse símbolo que você tem ostentado na sua porta?
A única citação que a Bíblia Cristã faz sobre coroas de material “vegetal” (ramos, folhas, flores, galhos) é com referência ao escárnio de romanos e judeus a Jesus. Nenhuma outra coroa desse tipo é utilizada na Bíblia. Pode procurar, nós te esperamos pra continuar a matéria.
A origem da guirlanda, assim como todos os outros símbolos e o próprio Natal, é o paganismo. Você vai cansar de ouvir essa história de que tudo vem do paganismo, nós também vamos cansar de contar, porque a maioria das festas e celebrações de nosso calendário tem essa origem. É a verdade, fazer o quê?
Esse adorno é um símbolo memorial de consagração, utilizado como oferenda, enfeite funeral, adoração ao mundo vegetal, homenagem a vítimas sacrificadas aos deuses ou como “adorno de chamamento”. Em todas as culturas, o ato de pendurar a guirlanda na porta é um sinal de legalidade (autorização) para movimentação espiritual. Divindades pagãs utilizavam a guirlanda (ou coroa) em honra a si mesmo (Osíris, Osis, Isva, Dionísio, Júpiter, Semírames, Ninrote, etc).
Mais tarde, foi inventado que as ervas utilizadas na formação das guirlandas, protegiam as casas contra bruxas, o que não era muito lógico, uma vez que as próprias bruxas são adeptas do sentido desse objeto. Em algumas culturas, a coroa ou guirlanda de visco tem significado sexual e está ligado à deusa viking Frigga, deusa do amor. O que podia significar que as casas marcadas com guirlandas estavam abertas a “orgias sexuais religiosas”. Já na Roma antiga, ramos e plantas eram simbolismos de saúde.
Seja como for, se você acha legal e quer pendurar uma guirlanda em sua porta, saiba que ela nada tem a ver com o Natal, com a Bíblia e muito menos com Jesus. Ela é uma analogia e referência a deuses e rituais pagãos.
TODAS COISAS SE FAZEM NOVAS, QUANDO           SE ACEITA JESUS CRISTO, NÃO SÓ COMO SALVADOR, MAS TAMBÉM COMO SENHOR.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

DILMA DIZ QUE JEAN WYLLYS SERÁ "REPRESENTANTE DA JUVENTUDE BRASILEIRA”






A presidenta Dilma Rousseff  anunciou na última semana que Jean Wyllys será o “representante da juventude brasileira” no seu governo.
O deputado federal e ativista gay, que foi opositor da presidente e teceu diversas críticas a ela por recuar diante dos protestos da bancada evangélica e não acatar parte das exigências da militância homossexual, agora virou seu aliado.
A justificativa usada por Dilma Rousseff para indicar Wyllys para a função foi repetir o discurso dos ativistas gays: “Tenho o compromisso de lutar contra a discriminação da juventude negra neste país, contra os autos de resistência, contra esse morticínio, assim como eu tenho compromisso de lutar contra violência que motiva a mulher, assim como contra a homofobia, temos de criminalizar a homofobia”, disse a presidente, segundo informações do portal Terra.
Durante a reta final dos programas da propaganda eleitoral gratuita, Dilma mostrou imagens de um discurso do ex-presidente Lula, e ela aparece acompanhada de Jean Wyllys e de uma mãe de santo.
O pastor Silas Malafaia comentou o episódio e afirmou que a união política de Dilma e Wyllys é simbólica: “Evangélicos acordem! Dilma escolheu o deputado ativista gay Jean Wyllys para representar a juventude. É o mesmo que luta contra nossos princípios”, criticou o pastor.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

EXTREMISTAS MUÇULMANOS INSPIRAM-SE NO JOGO GTA PARA CRIAR VIDEOGAME QUE ESTIMULA A MATAR CRISTÃOS E JUDEUS

O grupo de extremistas muçulmanos Estado Islâmico anunciou que vai lançar um jogo de videogame que ensina a matar cristãos e judeus, nos moldes do popular Grand Theft Auto (GTA).
Segundo a imprensa internacional, o Estado Islâmico afirmou que no jogo, os entusiastas do extremismo islâmico poderão participar de uma jihad fictícia contra os forças militares dos Estados Unidos e Iraque.
Essa seria mais uma estratégia de recrutamento e doutrinação usada pelos terroristas para atrair adeptos ao islamismo. O grupo já tem usado as mídias sociais de forma intensa para divulgar seus ideais e atrair jovens voluntários para a guerra.
A mesma estratégia foi usada nos últimos anos pelo Exército dos Estados Unidos para recrutar jovens.
O jogo, chamado Flames of War – Fighting Has Just Begun (“Chamas da Guerra – A luta apenas começou, em tradução livre”), ganhou um trailer na última semana. O vídeo já foi acessado original foi acessado centenas de milhares de vezes antes de ser removido do YouTube. Cópias do vídeo feitas por outros usuários da plataforma de streaming já beiram um milhão de visualizações.
Segundo informações do portal Noticia Cristiana, o jogo será produzido pela empresa Al Hayat Media Center, e simulará combates de militantes do Estado Islâmico com soldados iraquianos e norte-americanos, com uma série de explosões. A proposta do jogo é promover a jihad (“guerra santa”) contra cristãos e judeus, assassinando o maior número possível.
O Estado Islâmico afirma que o jogo foi concebido para “elevar o moral dos militantes e ensinar as crianças e jovens a lutar contra o Ocidente e incentivar o medo nos corações daqueles que se opõem ao Estado Islâmico”.
No jogo, a cada inimigo morto, o jogador ouve a frase “Allahu Akbar“, que significa “Deus é grande”. Segundo informações prévias, o jogo poderá ser baixado gratuitamente, mas o lançamento ainda não foi anunciado de forma oficial.

sábado, 30 de agosto de 2014

DILMA TENTA PROIBIR PREGAÇÃO DO EVANGELHO EM CASAS DE RECUPERAÇÃO

Foto à direita: Bpº Elias Ribeiro,orando e ungindo
O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) quer proibir as casas de recuperação mantidas por instituições religiosas de falar sobre fé durante o tratamento oferecido aos dependentes químicos, o que afetaria diretamente o trabalho social desenvolvido por diversas igrejas evangélicas.
O senador Magno Malta (PR-ES) criticou a portaria do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (CONAD) – que é subordinado à presidente Dilma Rousseff (PT) -, dizendo que estava tentando “cortar o mal pela raiz”.
“Lamento que o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas prepare uma resolução pela qual as comunidades terapêuticas não poderão mais falar sobre religião com os pacientes”, disse o senador durante discurso no Congresso Nacional.
A norma que o CONAD pretende publicar em breve visa proibir o que a direção do órgão chamou de “proselitismo religioso”. Malta disse que essa portaria trata-se, na verdade, de uma tentativa de censura religiosa, e foi objetivo em seu contra-argumento: “Sabe qual é o remédio [para dependentes químicos]? É Deus de manhã, Jesus meio-dia e o Espírito Santo de noite”.
Malta ainda lembrou que as atividades voluntárias realizadas pelos cristãos no país impedem que a sociedade entre em colapso: “Sem o terceiro setor, sem o apoio das religiões e dos movimentos sociais, os usuários de drogas estariam cada vez mais abandonados. O governo é omisso e não quer deixar os dedicados voluntários agirem em defesa da vida”.
Por fim, o senador ressaltou que em todos os anos que trabalha com recuperação de dependentes químicos, nunca viu a metodologia tradicional alcançar resultados: “Eu não conheço ninguém que o Conselho de Medicina recuperou. Eu não conheço ninguém que foi recuperado pelo Ministério Público. Eu não conheço ninguém que o governo Dilma recuperou. Eu não conheço ninguém que o SUS recuperou. Eu conheço milhões, milhares nesse país que foram recuperados pela fé, pela pregação do Evangelho”, concluiu.

- Eu também não, completa o Pr. Carlos A. Neto, secretário geral da Aliança de Pastores Evangélicos do Brasil - APEB

terça-feira, 12 de agosto de 2014

DEUS DESVIA TRAJETÓRIA DE FOGUETES, QUE IRIAM CONTRA ISRAEL





 









    "A mão de Deus enviou mísseis para o mar", afirma israelense
Circula nas redes sociais uma imagem do jornal Jewish Telegraph com uma entrevista surpreendente. A manchete diz “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.
Entre as centenas de compartilhamentos, muitos comentários mostram que existe ceticismo, afirmando que se trata de uma montagem e que o jornal sequer existe.

O Gospel Prime investigou e apresenta a tradução dessa reportagem do jornal Jewish Telegraph, que embora de pequena circulação, existe sim. Trata-se de um periódico judeu produzido no Reino Unido. Alguns sites americanos e israelenses reproduziram o texto, o que deu uma dimensão maior ao caso. A frase destacada na manchete teria vindo de um terrorista, mas ele não é identificado.
O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”, lamenta o terrorista
Veja a primeira parte da reportagem. “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”. Por Barbara Ordman (nascida em Manchester, mas que vive em Ma’ale Adumim, na Cisjordânia)
Em outubro de 1956, o primeiro-ministro David Ben Gurion foi entrevistado pela rede CBS. Ele declarou: “Em Israel, para ser realista, você precisa acreditar em milagres.” Mas o Talmud Yerushalmi diz que, de modo algum devemos depender de milagres. Ensina ainda que não devemos fugir de nossas responsabilidades e apenas esperar por intervenção milagrosa do sobrenatural.
Um dos terroristas de Gaza foi questionado por que não conseguiam usar seus foguetes de forma mais eficaz. “Nós apontamos para os alvos, mas o Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”
Amém! E quando o nosso Deus não está ocupado fazendo isso, nos deu o poder de criarmos alta tecnologia, para que nossa avançada tecnologicamente criasse o sistema de defesa Domo de Ferro, que ajuda a proteger nosso povo e nossas cidades.”
A jornalista que escreveu o artigo passa a narrar como ela escapou de um ataque de foguetes vindos de Gaza num abrigo construído no subsolo da casa onde mora com a família. Chama a atenção o fato de o site das Forças Armadas de Israel trazer a afirmação que os ataques por terra do Hamas estão sendo impedidos através de uma “sucessão de milagres” e que “graças aos céus” um grande atentado terrorista perto do Kibbutz Sufa não aconteceu.


"A mão de Deus enviou mísseis para o mar", afirma israelense


    O sistema de defesa antimísseis de Israel, conhecido como “Domo de Ferro”, é o maior responsável pelo pequeno número de judeus mortos na guerra com o Hamas. Ele é acionado para interceptar foguetes toda vez que são lançados a partir de Gaza.
    Contudo, ele pode falhar. Um dos oficiais israelenses encarregados de operar uma das unidades do sistema antimísseis, relata que testemunhou pessoalmente “a mão de Deus” desviando um míssil para o mar.
    O site Israel Today traduziu a matéria do Kooker, popular site de notícias de língua hebraica, onde um oficial, que preferiu não revelar o nome por questões de segurança, contou como o Domo de Ferro falhou. Ao tentar interceptar um foguete lançado contra a capital Tel Aviv, na semana passada, foram três falhas seguidas.
    O comandante relata que um míssil foi disparado a partir de Gaza. “O Domo calcula precisamente sua trajetória. Ele avisa onde esses mísseis irão cair com uma precisão que pode chegar a 200 metros. Este míssil em específico iria atingir as Torres Azrieli, o Kirya [comando do Exército de Israel], ou a estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam morrer”. Então ocorreu algo inesperado. “Nós disparamos o primeiro foguete [interceptador]. Erramos. Depois o segundo, que também errou. Isto é muito raro. Eu estava em choque. Àquela altura tínhamos apenas quatro segundos, até que o míssil caísse em terra. Já havíamos notificado os serviços de emergência para se deslocarem até o local de destino e avisamos sobre a possibilidade de termos muitas vítimas”.




                 O oficial estava esperando pelo pior quando de repente, o Domo (que calcula a velocidade do vento) mostrou que começou a soprar um grande vento vindo do leste. “Esse vento forte… desviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Levantei-me e gritou: “Deus existe!” Testemunhei este milagre com os meus próprios olhos. Eu vi a mão de Deus enviar mísseis para o mar”, comemora.
               Embora esse tipo de notícia não seja divulgado pela grande mídia, parece com uma manchete recente do jornal Jewish Telegraph, que foi muito comentada nas redes sociais. “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes”, dizia a capa da edição de 18 de julho do periódico.
               Existem outros relatos similares. O jornal Times of Israel contou como um alto oficial do exército de Israel disse que milagres divinos protegeram seus soldados durante os combates na Faixa de Gaza.    Coronel Ofer Winter, comandante Brigada Givati ​, ​relatou que nunca tinha visto nada similar em sua carreira militar. Durante um ataque programado para ocorrer antes do amanhecer acabou atrasando, o que obrigou os soldados a avançarem enquanto o nascer do sol se aproximava. Sua missão era destruir os túneis na fronteira da Faixa de Gaza, usados para trazer armas para o  Hamas.
               Preocupado que suas tropas fossem facilmente avistadas pelo inimigo, Winter disse que um forte nevoeiro desceu rapidamente, encobrindo os soldados até que sua missão foi cumprida. “De repente, uma nuvem nos protegeu”, lembrando que a Bíblia fala sobre uma nuvem que guiou os antigos israelitas enquanto vagavam no deserto.
    Winter esclarece que não foi uma coincidência, pois o nevoeiro só dispersou quando os soldados estavam em uma posição segura. “Realmente foi um cumprimento do texto “Pois o Senhor vosso Deus é o que vai convosco, a pelejar contra os vossos inimigos, para salvar-vos”, disse ele, citando Deuteronômio 20: 4.
    O experiente militar finalizou afirmando: “Quando uma pessoa está numa situação em que corre risco de vida, ele se conecta com suas mais profundas verdades internas. Quando isso acontece, até mesmo o maior ateu encontra Deus. Meus soldados viram tantos milagres nesses dias que é difícil dizer que não acreditam [em Deus]”.